Shai Agassi’s Plan To Get 100% Electric Cars On The Road

I’m an advocate for car-free cities (on this note, see the newly published Carfree Design Manual by J. H. Crawford). But 100% electric cars are certainly preferable to gasoline-powered cars. Therefore I found this recent presentation by Shai Agassi of Better Place to be of inspiring. He argues that hybrids won’t work, and ethnol isn’t feasible. He says cars need to be run on 100% electric power derived from clean energy sources (i.e. wind, solar).

Comments

  1. says

    To create the necessary infrastructure is going to be incredibly expensive, and with the cars tied to this infrastructure noone will want to buy them. It is a classic chicken/egg problem.

  2. EfficiencySeeker says

    I love the idea of REEVs now and electrical cars soon. However I wonder if a new form of pollution such as EM radiation will become a problem.

  3. says

    Há um item que certamente não interessaria à indústria do petróleo, caso fosse possível, mas, que creio poderá interessar à indústria automobilística: Tenho lido e ocasionalmente visto na televisão falarem sobre nanotecnologia e pensado que; se pode ser criado um finíssimo fio capaz de resistir a grandes trações, suportando enormes pesos, esta mesma tecnologia pode ser usada em sentido inverso, criando algo que resista a enormes pressões. Ora, os mesmos campos gravitacionais que impedem o rompimento deste fio, impedirá também que dvidamente aplicada venha a funcionar inversamente. Isto possibilitaria que fosse criado um super anti abrasivo…uma graxa especial que reduziria em centenas de vezes o atrito. ex.: se sobre uma superfície plana depositarmos um corpo de base plana, em nossa gravidade planetária, ficará difícil movimentar este corpo; se, porém, colocarmos entre as duas superfícies, um anti abrasivo (graxa) ficará bem mais fácil movimentá-lo…e quanto melhor o anti abrasivo, mais fácil ainda. Considerando-se que ao movimentarmos um corpo, o efeito da gravidade sobre o mesmo diminui, e quanto mais rápido, diminui mais ainda, se fosse criado um super anti abrasivo nanotecnológicamente desenvolvido, e aplicado na indútria automobilística, isto faria com que os veículos desenvolvessem as mesmas tarefas para as quais foram criados, utilizando, talvez, um centésimo da força necessária atualmente. …Fosse qual fosse a origem desta força: combustão, ou eletricidade, ela seria muito menos usada e incrívelmente mais barata…principalmente em tratando-se de não poluição, pois mesmo as máquinas movimentadas a combustão, passariam a queimar quantidades irrisórias de combustível; comparando-se ao que usa-se atualmente.
    Isto é apenas uma idéia de quem nada entende de tecnologia, mas, espero que alguém já tenha pensado sobre isso, e se não, que pense agora.
    David Quirino dos Santos.

  4. says

    Dear Sir,
    I think your purpose is one of the best as possible today. BUT, I feel that “cars moved by PRESSURE AIR are the best option for the future. Maybe, is possible to produce a kind of “hybrid” between electric and pressure air cars. In my vision, if you follow to produce this kind of vehicle, the majority of future locomotion problems will be solved. kindest regards. Dr. Neves Terriani Laera – Rio de Janeiro-BRAZIL ( http://www.agroterriani.cjb.net)

  5. Justin says

    Redirected comment:

    Caro amigo, o que proponho, não é um carro movido por determinado tipo
    de energia, mas, algo que possibilite a todas as máquinas mecânicas do
    mundo, desempenharem as funções para as quais foram fabricadas,
    utilizando uma pequena fração da energia que utilizam atualmente: um
    super antiabrasivo (lubrificante nanotecnológicamente desenvolvido),
    quase anularia o atrito e, consequentemente, o efeito da gravidade;
    muitas das coisas que fazemos hoje utilizando pesados motores que
    necessitam de quantidades fabulosas de energia apenas para
    movimentá-los, talvez pudessem ser feitas utilizando-se apenas a força
    muscular, sem grande esforço para quem tivesse que dispende-la. Não vou
    alongar-me no assunto, mesmo porque não tenho formação academica para
    tanto, sou apenas uma pessoa que pensa. Cordialmente: David Quirino dos
    Santos.

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