I’m an advocate for car-free cities (on this note, see the newly published Carfree Design Manual by J. H. Crawford). But 100% electric cars are certainly preferable to gasoline-powered cars. Therefore I found this recent presentation by Shai Agassi of Better Place to be of inspiring. He argues that hybrids won’t work, and ethnol isn’t feasible. He says cars need to be run on 100% electric power derived from clean energy sources (i.e. wind, solar).
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To create the necessary infrastructure is going to be incredibly expensive, and with the cars tied to this infrastructure noone will want to buy them. It is a classic chicken/egg problem.
I love the idea of REEVs now and electrical cars soon. However I wonder if a new form of pollution such as EM radiation will become a problem.
” the cost of the infrastructure” = only the cost of two month of oil importation
Há um item que certamente não interessaria à indústria do petróleo, caso fosse possível, mas, que creio poderá interessar à indústria automobilística: Tenho lido e ocasionalmente visto na televisão falarem sobre nanotecnologia e pensado que; se pode ser criado um finíssimo fio capaz de resistir a grandes trações, suportando enormes pesos, esta mesma tecnologia pode ser usada em sentido inverso, criando algo que resista a enormes pressões. Ora, os mesmos campos gravitacionais que impedem o rompimento deste fio, impedirá também que dvidamente aplicada venha a funcionar inversamente. Isto possibilitaria que fosse criado um super anti abrasivo…uma graxa especial que reduziria em centenas de vezes o atrito. ex.: se sobre uma superfície plana depositarmos um corpo de base plana, em nossa gravidade planetária, ficará difícil movimentar este corpo; se, porém, colocarmos entre as duas superfícies, um anti abrasivo (graxa) ficará bem mais fácil movimentá-lo…e quanto melhor o anti abrasivo, mais fácil ainda. Considerando-se que ao movimentarmos um corpo, o efeito da gravidade sobre o mesmo diminui, e quanto mais rápido, diminui mais ainda, se fosse criado um super anti abrasivo nanotecnológicamente desenvolvido, e aplicado na indútria automobilística, isto faria com que os veículos desenvolvessem as mesmas tarefas para as quais foram criados, utilizando, talvez, um centésimo da força necessária atualmente. …Fosse qual fosse a origem desta força: combustão, ou eletricidade, ela seria muito menos usada e incrívelmente mais barata…principalmente em tratando-se de não poluição, pois mesmo as máquinas movimentadas a combustão, passariam a queimar quantidades irrisórias de combustível; comparando-se ao que usa-se atualmente.
Isto é apenas uma idéia de quem nada entende de tecnologia, mas, espero que alguém já tenha pensado sobre isso, e se não, que pense agora.
David Quirino dos Santos.